@fatos de lari



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Reblogado de epigrafar
Desabrochei-me com o compromisso selado de ser um futuro imperfeito do indicativo que não pode dar errado, nesse meio de subsistência capaz de contaminar todo ponto de apoio com a saliva. Conformei-me com o esboço do meu destino morno de socializar com a ficção científica que pariu da vida. Procurei amar-me como se ama uma flor, uma única e perdida flor, que se contorce escondida abaixo da poeira cósmica de toda explosão vital de desumanismo. Senti-me grata por ter como meta apenas, o entusiasmo e o infinito. Desolei-me quando todo o meu corpo chorou em compreensão a minha terrível abstinência de contato físico com o silêncio. Após a conspiração de palavras esquizofrênicas que poluíram a minha língua, com toda eloquência de gargalhadas fúnebres, converti-me ao peçonhento sentimento bruto que traz do tempo um teatro trágico de portas batendo. Apaguei-me do iluminismo por tempo suficiente para não ver a grama, que antes era tão verde, se queimar e brotar amarela. E gozei-me invulnerável quando a lua se dividiu em duas, na minha vesguice de ver três coisas por vez. Mas amei-me como se ama um floco de neve, em dias de inverno que não se via a milênios. Queimei o cigarro naquela língua afiada de nostalgia. De dias melhores, de noites de fantasia. Completei a dose de loucura, quando amei-me como se ama a um professor de história quando fala sobre Hitler. Formei-me ilusória de sentidos notórios, quando sentada naquela cadeira de descanso, balançava para frente e para trás, dez vezes ao dia. Socorri-me, no momento crucial da queda de um anjo, após juntar-se a lúcifer na divisão dos céus. E gritei, solidificando meus sentidos, enchendo meus pulmões, com o sorriso de uma criança quando está andando de bicicleta pela primeira vez. Mas amei-me como se ama um filete de sangue vazando da orelha de um alguém que você detesta. Como se ama o vigésimo sétimo andar do apartamento 409 da rua mais linda da cidade. E amei-me, como todos deveriam ser amados. Como tudo deveria ser amado. Como nós deveríamos ter amado. E só eu consegui me apetecer. Mas amei-me, com o amor mais puro que poderia ser me dado. Amei-me como amo o amor. 1853.  (via oxigenio-dapalavra)

(Fonte: epigrafar, via oxigenio-dapalavra)

Reblogado de klippen
Bem, eu não sei como dizer isso, senão direto ao ponto. Bem, o ponto é que chegamos a um ponto, eu pelo menos, que a gente acaba parando pra analisar o que a gente tem. O caso é que estamos saindo já faz um bom tempo e… O que está acontecendo? Tudo e nada. Tudo: nos damos super bem e nossas conversas sempre rolam legal e eu tenho um afeto enorme por você, além da parte física que, você sabe, é deliciosa e incomum. Nada: olha, acho que a gente acabou se metendo numa confusão sem tamanho e eu me sinto enfiando os pés pelas mãos. Não sei, talvez a gente deva pegar mais leve, esse lance todo tem me deixado assustada. Gabito Nunes. (via autoria)

(Fonte: classificar, via autoria)

Reblogado de sertaneju
Reblogado de requentar

(Fonte: requentar, via vempramorena)

Reblogado de apagou
Tudo era tão triste, mesmo quando as coisas davam certo. Charles Bukowski.  (via florejaram)

(Fonte: apagou, via florejaram)

Reblogado de klippen
Bem, eu não sei como dizer isso, senão direto ao ponto. Bem, o ponto é que chegamos a um ponto, eu pelo menos, que a gente acaba parando pra analisar o que a gente tem. O caso é que estamos saindo já faz um bom tempo e… O que está acontecendo? Tudo e nada. Tudo: nos damos super bem e nossas conversas sempre rolam legal e eu tenho um afeto enorme por você, além da parte física que, você sabe, é deliciosa e incomum. Nada: olha, acho que a gente acabou se metendo numa confusão sem tamanho e eu me sinto enfiando os pés pelas mãos. Não sei, talvez a gente deva pegar mais leve, esse lance todo tem me deixado assustada. Gabito Nunes.  (via cartas-rasgadas)

(Fonte: classificar, via cartas-rasgadas)

Reblogado de twitterprints
Reblogado de indague
Ela não liga para mim. Mas, eu já me acostumei com isso. Ninguém liga. Gabriel Mariano     (via final-de-noite)

(Fonte: indague, via amizade-nunca-morre)

Reblogado de classificar
Depois de um tempo, descobri mesmo o que era dor. Dor não era apanhar de desmaiar. Não era cortar o pé com caco de vidro e levar pontos na farmácia. Dor era aquilo, que doía o coração todinho, que a gente tinha que morrer com ela… Sem poder contar para ninguém. Meu Pé de Laranja Lima.    (via teleportear)

(Fonte: classificar, via teleportear)

Reblogado de autorias
A vida ensina. Então, não se sinta incomodado(a) com a tempestade que nasce com seu sopro de vida. Todos os dias a natureza nos ensina que por mais que a chuva da tempestade seja forte, o sol sempre compensa. Ensinou que nem toda nuvem porta uma tempestade, e que o sofrimento é só uma ventania que arrasta folhas secas, mas não capaz de destruir a beleza das flores, e que com vontade e perseverança, conseguimos ultrapassar obstáculos. A tempestade que está em seu coração é tão certa quanto o sol brilhar do amanhecer. Acredite nisso. Fred Medeiros. (via finais)

(Fonte: autorias, via finais)